esperamos - 7 de fevereiro
esperas atordoadas,
no sonhar com o mar
encostada na poltrona,
numa cidade desconhecida
dentro dos odores,
no sol a escaldar,
e as sombras diurnas
desenham luares
em fios de lã colorida
tecem cordões, e
as palavras riem
fora dos livros,
entrasse na alma
vigília amorosa,
a lua brilha, na rua
vento nome brisa
assobia os ouvidos.
encantadas as letras,
no invisível querer
esperei, não espero
faço escolhas, sei
da morte a espreitar
nas caminhadas e
rumores com horizontes
dentro das madrugadas
que não conhecem
a terra ou mesmo o rio,
vagueio em olhares,
desenho sonhos,
encostada na poltrona,
numa cidade desconhecida
dentro dos odores,
no sol a escaldar,
e as sombras diurnas
desenham luares
em fios de lã colorida
tecem cordões, e
as palavras riem
fora dos livros,
entrasse na alma
vigília amorosa,
a lua brilha, na rua
vento nome brisa
assobia os ouvidos.
encantadas as letras,
no invisível querer
esperei, não espero
faço escolhas, sei
da morte a espreitar
nas caminhadas e
rumores com horizontes
dentro das madrugadas
que não conhecem
a terra ou mesmo o rio,
vagueio em olhares,
desenho sonhos,
pego luares
3 comentários:
Adorei o poema tão cheio de imagens...
parabéns pelo blog
visite também o meu: http://www.insulisdilectio.blogspot.com/
Adorei seu blog. Boa sorte e tudo de bom...bjs
http://anjocanhoto.blogspot.com/
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