terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Prosinha desenhada: sentados como se fosse um

um só corpo, enredados nas palavras recuperam ausências, não nas ondas que ali perto teimam em fazerem-se ouvir, nem nos ventos ou toadas nas areias onde barcos de pescadores descansam das frases a fio, mas nas peles aquecidas onde ternas letras são desenhadas uma a uma, num infinito repente

Constança Lucas 2011

2 comentários:

Luiza Maciel Nogueira disse...

essa ternura - eu percebi faz parte da forma como você vê o mundo - com tanta ternura :) coisa linda de se ver, de se ler

beijos

Constança Lucas disse...

Luiza
fazemos escolhas, trilhamos caminhos, mas sem ternura seria muito triste

abraços
Constança