um só corpo, enredados nas palavras recuperam ausências, não nas ondas que ali perto teimam em fazerem-se ouvir, nem nos ventos ou toadas nas areias onde barcos de pescadores descansam das frases a fio, mas nas peles aquecidas onde ternas letras são desenhadas uma a uma, num infinito repente
Constança Lucas 2011
2 comentários:
essa ternura - eu percebi faz parte da forma como você vê o mundo - com tanta ternura :) coisa linda de se ver, de se ler
beijos
Luiza
fazemos escolhas, trilhamos caminhos, mas sem ternura seria muito triste
abraços
Constança
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