
sábado, 31 de janeiro de 2009
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
Primeira lei de Obama põe fim à discriminação salarial
"29.01.2009 - http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1358060
O Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, promulgou hoje a primeira lei da sua Administração, que consagra a possibilidade dos trabalhadores recorrerem aos tribunais se estiverem a ser vítimas de discriminação salarial.A iniciativa, segundo o Presidente, pretende pôr fim a essa prática e consagrar em definitivo o princípio de salário igual para trabalho igual, independentemente do género, raça, nacionalidade e religião.A legislação leva o nome de Lilly Ledbetter, uma mulher de 70 anos do estado do Alabama que, vinte anos depois de ter começado a trabalhar como supervisora para a fábrica de pneus Goodyear, descobriu que o seu salário era inferior ao dos seus colegas masculinos que desempenhavam exactamente a mesma função."
"Obama assina lei que iguala salários entre homens e mulheres
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u495956.shtml
da Folha Online
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, assinou nesta quinta-feira sua primeira lei, o histórico Ato Lilly Ledbetter, que promove igualdade de pagamento entre homens e mulheres.
"É muito simbólico que o primeiro projeto de lei que assino fale de um dos princípios fundadores deste país; que somos todos iguais e que cada um pode perseguir a sua própria versão de felicidade", disse Obama, retomando um tema que marcou seu primeiro discurso após a posse. "Estas palavras escritas em um papel há 200 anos indicam o entendimento moral que temos que ter atualmente."
O Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, promulgou hoje a primeira lei da sua Administração, que consagra a possibilidade dos trabalhadores recorrerem aos tribunais se estiverem a ser vítimas de discriminação salarial.A iniciativa, segundo o Presidente, pretende pôr fim a essa prática e consagrar em definitivo o princípio de salário igual para trabalho igual, independentemente do género, raça, nacionalidade e religião.A legislação leva o nome de Lilly Ledbetter, uma mulher de 70 anos do estado do Alabama que, vinte anos depois de ter começado a trabalhar como supervisora para a fábrica de pneus Goodyear, descobriu que o seu salário era inferior ao dos seus colegas masculinos que desempenhavam exactamente a mesma função."
"Obama assina lei que iguala salários entre homens e mulheres
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u495956.shtml
da Folha Online
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, assinou nesta quinta-feira sua primeira lei, o histórico Ato Lilly Ledbetter, que promove igualdade de pagamento entre homens e mulheres.
"É muito simbólico que o primeiro projeto de lei que assino fale de um dos princípios fundadores deste país; que somos todos iguais e que cada um pode perseguir a sua própria versão de felicidade", disse Obama, retomando um tema que marcou seu primeiro discurso após a posse. "Estas palavras escritas em um papel há 200 anos indicam o entendimento moral que temos que ter atualmente."
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Rembrandt van Rijn (1606-1669) em São Paulo

Título :. Lieven Van Coppenol
Autor :.Rembrandt van Rijn (1606-1669)
Período :. Séc. XVII - 1658 (?)
Material :. Água-forte
Origem :.Holanda
Dimensões :.20,4 x 17,6
novo espaço cultural
FUNDAÇÃO CULTURAL EMA GORDON KLABIN
Rua Portugal, 43, Jardim Europa, São Paulo.
Rua Portugal, 43, Jardim Europa, São Paulo.
Exposição permanente de seu acervo.
Terças, quartas,quintas e sextas-feiras, das 14 às 18 horas.
Sábados, das 10 às 15 horas.
Agendamento pelo telefone (11) 3062 5245
ou e-mail agendamento@fcegk.org.br
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
talvez todas as cidades grandes
Uma cidade nada gentil com seus habitantes, habitantes nada gentis entre si, urbe gigantesca com um trânsito caótico, pouco transporte público, as pessoas atropelam-se, ninguém dá nada sem ter algo em troca, sempre pensam em tirar alguma vantagem como se fosse uma regra básica de sobrevivência. O preconceito racial está presente quase sempre, velado, hipócrita, grosseiros seus moradores raramente cumprimentam quem passa ou seu vizinho mais próximo, têm uma dificuldade imensa com as palavras e expressam-se com frases curtas e destorcidas, usam códigos verbais incompreensíveis. A cultura verbal é rara, sorrir é um esforço, dar uma informação nem pensar. Cidades sem cidadania criam violências atrozes.
Fugir de todas formas de violência é um exercício permanente.
Fugir de todas formas de violência é um exercício permanente.
domingo, 25 de janeiro de 2009
sábado, 24 de janeiro de 2009
conversa - prosinha desenhada
não saberia dizer se era uma sombra ou uma pessoa real, falei por dezenas de minutos - nada respondeu, não houve a menor reação, peguei um lápis e desenhei uma árvore demorada, cada folha com uma dança gráfica particular, entretida com os galhos esqueci-me de querer saber se era gente ou sombra.
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Banho – prosinha desenhada
Deitada numa colcha multicolorida olha as paredes cheias de árvores vindas do mundo imaginal, mundo entre o mundo material e o mundo espiritual. Alguém chega e a conversa é longa num prazer do conhecimento, de vontade, num desejo que as palavras se perlonguem e desenhem nas folhas letras com raízes fundas. Cada som a estremece, alimentada de afeto e memória adormece dentro das linhas em cima do papel.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
inventamos - prosinha desenhada
As frases que gostaríamos de ouvir raramente chegam até nós, nada nos impede que as inventemos todos os dias. Desenharemos palavras e momentos mais prazeirosos com ideias doces e saborosas. Prosas que acalentem a alma e dominem o corpo, palavras que embalem vidas e dancem conosco.
O mundo é tão terrível, cheio de coisas detestáveis, todos sabemos disso. Precisamos é de nos lembrar do prazer despertado ao olhar e sentir cada instante, e uma palavra desenhada ao pé do ouvido pode inventar memórias cruciais.
O mundo é tão terrível, cheio de coisas detestáveis, todos sabemos disso. Precisamos é de nos lembrar do prazer despertado ao olhar e sentir cada instante, e uma palavra desenhada ao pé do ouvido pode inventar memórias cruciais.
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Museu Virtual Aristides de Sousa Mendes (1885 -1954)


"Pela sua actuação em Bordéus, Sousa Mendes acabou por entrar na História de Portugal e, sobretudo na História Mundial. Por si só esta já seria razão suficiente para a criação deste Museu Virtual. Contudo, mais do que preservar a memória de Aristides de Sousa Mendes, cônsul de Portugal em Bordéus, em 1940, este museu quer homenagear uma acção humana individual, qualquer ela que seja, que, apesar das circunstâncias adversas sabe obedecer ao que, de acordo com a sua consciência, é o certo.
Aristides de Sousa Mendes nasceu a 19 de Julho de 1885.
Desde 19 de Julho de 2007, que o MVASM está aberto a todos. O seu lançamento oficial teve lugar a 19 de Fevereiro de 2008 na Biblioteca da Assembleia da República "



segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
cócegas - prosinha desenhada
um toque leve na pele e um sorriso desenha-se de imediato, os dedos deslizam pelo corpo em melodias de alegres sons, limiar de alegria em dança solidária, balançam as gargalhadas e daqui a nada o amuo termina.
domingo, 18 de janeiro de 2009
Europeana - biblioteca multimédia online da Europa

Europeana
"Inaugurada biblioteca multimédia online da Europa com mais de dois milhões de obras
A biblioteca multimédia online da Europa, "Europeana", está acessível desde hoje ao público, que através da Internet poderá aceder a mais de dois milhões de obras dos 27 Estados-membros da União Europeia.
Esta biblioteca virtual conta com livros, mapas, gravações, fotografias, documentos de arquivo, pinturas e filmes do acervo das bibliotecas nacionais e instituições culturais dos 27 Estados-Membros da UE, tendo por exemplo de Portugal a Carta plana de parte da Costa do Brasil, um mapa de 1784.
Acessível, em todas as línguas da UE, a biblioteca multimédia europeia conta com material fornecido por mais de 1000 organizações culturais de toda a Europa, incluindo Museus, como o Louvre de Paris, que forneceram digitalizações de quadros e objectos das suas colecções."
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1350663&idCanal=14
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
os dias - prosinha desenhada
Levantara-se de manhã com o rosto descansado, a pele macia percorria os dedos no despertar demorado, o dia com luz intensa começara com o ouvir da sua respiração. Não havia como saber de onde vinham aquelas palavras que teimavam em dançar na sua cabeça, troteavam soltas como se dispusessem de um conhecimento desenhado por séculos num corpo que corria dos segundos.
Constança Lucas
Constança Lucas
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Chuva - prosinha desenhada
Desenho o sentir da pele em cada gota de chuva que me despe das certezas, é no silêncio a descoberta maior das dúvidas, entre cada linha formo um corpo de desenhos que inventam os afectos pelas gotas de água. As realidades são muitas e teimam em querer falar-me de uma única realidade não sei se por preguiça ou descuido.
Sei das muitas realidades que habitam as chuvas, sei que as que mais me interessam ivento-as de tarde quando o sol se deita na cidade e abraça a terra. Terra que acolhe a chuva e com ela navega pelos olhares.
Sei das muitas realidades que habitam as chuvas, sei que as que mais me interessam ivento-as de tarde quando o sol se deita na cidade e abraça a terra. Terra que acolhe a chuva e com ela navega pelos olhares.
domingo, 11 de janeiro de 2009
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
não entendo a razão das guerras
os ódios são tão exasperados que exaltam rancores e destruição, a incapacidade de convívio entre as diferenças só traz tristeza.
as crianças são levadas pelas comoções cegas, pela sua necessidade atávica de serem seres gregários.
não entendo a razão das guerras, não entendo a transmissão de combates destruidores pelas tvs, não entendo a especulação e a ganância de quem vive da miséria do próximo, não entendo ódios
as crianças são levadas pelas comoções cegas, pela sua necessidade atávica de serem seres gregários.
não entendo a razão das guerras, não entendo a transmissão de combates destruidores pelas tvs, não entendo a especulação e a ganância de quem vive da miséria do próximo, não entendo ódios
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
Carta - prosinha desenhada por Constança
poderia contar-te da taturana que silenciosamente caiu no meu braço, era verde, um verde luminoso, assustada atirei-a para o meio da relva, mais verde, deixou-me um vermelhão até hoje passados tantos dias,
no mesmo braço um mosquito mordeu e sugou sangue e deixou uma marca vermelha, redonda e vermelha, do lado já tinha um arranhão feito pela náná nas suas eternas brincadeiras alegres,
a taturana deixou vestígios pontilhados, o mosquito uma manchinha e a minha cachorrinha uma linha
no mesmo braço um mosquito mordeu e sugou sangue e deixou uma marca vermelha, redonda e vermelha, do lado já tinha um arranhão feito pela náná nas suas eternas brincadeiras alegres,
a taturana deixou vestígios pontilhados, o mosquito uma manchinha e a minha cachorrinha uma linha
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
alma - prosinha desenhada por Constança
Se soubessemos como os outros amam será que amariamos melhor? mais? não me parece que assim seja a relação de afetos.
No sonho desmancho o mundo e sigo tecendo flores de seda entre os dedos, retiro o silêncio dos calados na realidade como ilusão ou na ilusão acrescida de realidade.
Depois as paisagens evocam os corpos na construção de um novo espaço, há tanto de nós que apenas está flutuando num cansaço absurdo, com os olhos cheios de nuvens.
Mas é com o vento que acreditamos ter corpos e com ele dançamos num desenho de almas.
No sonho desmancho o mundo e sigo tecendo flores de seda entre os dedos, retiro o silêncio dos calados na realidade como ilusão ou na ilusão acrescida de realidade.
Depois as paisagens evocam os corpos na construção de um novo espaço, há tanto de nós que apenas está flutuando num cansaço absurdo, com os olhos cheios de nuvens.
Mas é com o vento que acreditamos ter corpos e com ele dançamos num desenho de almas.
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
domingo, 4 de janeiro de 2009
sábado, 3 de janeiro de 2009
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
prosinha desenhada por constança em janeiro de 2009
suscitam-me relutância alguns olhares de palavras ditas de soslaio sem prescrição das consequências invariavelmente doloridas, preparar-me para as mordidelas ainda vai que não vai, mas levar um susto daqueles com tais dentes de consoantes afiadas em sons nasais e brutais é que me lixa o juízo por completo, não me venham com falinhas mansas, dengosos de pescoços tortos - avisei-te - avisei-te - que merda agora a obsessão instalou-se e não há constipação que a retenha, definitivamente suscitam-me relutância as vogais mal abraçadas
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